27/05/2008

ARTE CONTEMPORÂNEA

Oi! Amigos do blog,

Envio-lhes as respostas, às perguntas solicitadas no dia 02/05, e este é o meu pensamento sobre os textos lidos, e as imagens vistas destes dois encontros passados.

1- Ao meu entender, o grupo constatou que existe uma certa velocidade com que "as coisas", "os meios de comunicação "(mídias), e as tecnologias se desenvolvem, crescem a cada instante. E têm consciência de que é preciso estar buscando constantemente aperfeiçoar-se como professor, e adaptar-se a estas novas mídias. Têm consciência também, de que estas podem servir como novas ferramentas, inovadoras dentro do seu projeto de ensino, ajudando na transmissão dos conhecimentos.

Concordamos que é preciso sim, a atualização constante em pesquisas, e principalmente a nossa experimentação com estes novos meios, como forma de melhorarmos primeiro o nosso conhecimento, e o nosso desenvolvimento profissional.



2- As obras que mais chamaram a atenção do grupo foram as referentes "ao corpo", pois nossas procuras por uma identidade pessoal (quem sou, o que eu quero, para onde eu vou?), é o que nos remete ao nosso próprio conhecer-se.



3- Deveremos estar "acordados"(nas escolhas de temas e projetos afins), com os alunos, com a possível interdisciplinariedade entre professores, e apoiados pela direção pedagógica da escola. Estabelecendo assim, um ensino de qualidade e deacordo com a maturidade de cada grupo de alunos, por faixas etárias.



Resposta referente a aula do dia 16/05.

1- Como nós professores trabalharíamos com nossos alunos Arte Contemporânea?

Resp. Eu iria propor ao grupo primeiro a formação de pequenos grupos, e neles deixaria algumas sugestões, mas deixaria em aberto, para que o grupo decidisse sobre qual "tema" ou "movimento artístico", ou "artista" contemporâneo (vivo ou morto), fariam suas pesquisas.

Após esta etapa, propiciaria aos alunos a prática de experimentação de alguns possíveis materiais, cuja finalidade seria construir uma "idéia", criar um projeto artístico, do seu desejo e após, a apresentação da pesquisa com representação (plástica ou performática). Os alunos fariam uma reflexão coletiva de suas experiências em grupos diferentes, o que os levaria a um suposto entendimento do tema proposto inicialmente, que era adquirir conhecimento, por meio de uma panorâmica geral das tendências artisticas pós-modernas, naquele momento.


Obs.: A respeito dos textos: "Arte Contemporânea no Brasil"; "Para entender o pós-modernismo"; o texto no encarte da ZH do dia 31/11/2007; "Arte como texto"; "A sociedade do espetaculo" e, a edição 49 do Arte na escola, no texto central "Como você decide o conteúdo que vai ensinar em Arte?"

Como muitos ja disseram a Arte é muito complexa, quando falamos em arte, estamos entrando num campo muito vasto e intenso, pois o que para uns arte é uma determinada coisa e para outros tem outros significados, e outras coisas, e as vezes nem mesmo é considerada arte, não é mesmo? A Arte é sem dúvidas um grande quebra-cabeças, onde nós aos poucos vamos colocando peça por peça até chegar a um resultado, ou seja, a Arte de todos os tempos vem contando histórias, a maioria verdadeira, mas as vezes inventadas, com uma dose de criancice, mas ainda assim verdadeira. A Arte é nada mais do que a representação dessas história vividas pelos homens que as fazem. Essa busca incanssável do homem em representar a sua história, é que faz da Arte, como Arte até os nossos dias. Esqueçamos os valores de mercado, os críticos de arte, a bolha expeculativa, as Bienais, os Museus e Galerias de Artes. Pensamos agora, novamente em Arte, existe Arte em quase tudo o que se faz, e isso também é Arte, a Arte Ingénua, é Arte pura, Arte Popular, é Arte nossa, é Arte.

Na minha opinião, Arte Contemporânea é a Arte do nosso tempo, não importa se ela começou nos anos oitenta ou um pouco antes, não importa que ela seja nomeada de irreverente, diferente ou provocativa. A Arte Contemporânea é Arte cheia de inovações e tecnologias, é uma maneira diferente de fazer as representações dos homens atuais, de suas de vivências, interesses, amores e desamores, revoltas, conflitos, medos, religiões, crenças e etc.

Acho que deveríamos continuar com os estudos, com os debates, com palestras agendadas, para que possamos compreender melhor a respeito da Arte e da Arte Contemporânea.

Confesso que achei muito difícil entender o texto do Guy Debord, gostaria de ouvir mais depoimentos sobre ele.
Obs.: Gostei muito do comentário da Renata. Acho que ela trouxe vários pontos importantes ainda a serem comentados no grupo, para fins de trocas.
Gostei muito também dos vídeos e das metáforas que a Simone usou. Percebi que ela sempre trás para o grupo, e o faz pensar, refletir. Preciso aprender.
Espero que eu possa também, ter contribuido com o grupo esta semana.
Desejo a todas uma boa semana, e fico no aguardo.
Abraços, nos
Amigos do Blog!


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