"Denominação genérica das técnicas que permitem obter imagens(impressões), por meio de matrizes". Do site http://www.bcb.gov/br/htms/seminários/museu 2003/gravuras pdf;
"De modo geral chama-se "Gravura" o múltiplo de uma Obra de Arte, reproduzida a partir de uma matriz. Essa reprodução é numerada e assinada uma a uma, compondo desta forma uma edição restrita, diferente do "Poster" que é um produto de processos gráficos automáticos, e reproduzido em larga escala sem a intervenção do artista.
Um carimbo pode ser a matriz de uma Gravura, a grosso modo. Mas quando esse "Carimbo" é fruto da elaboração e manipulação minusiosa de um artista, temos um "original" - uma matriz - de onde surgirão as imagens que levarão um título, uma assinatura, a data e a numeração que a identificam dentro da produção desse artista: torna-se uma Obra de Arte.
Cada imagem reproduzida desta forma, é única em si, independentemente de suas cópias, consequentemente, cada Gravura "é única" é uma Obra original assinada. O fato de haver cópias da mesma imagem, nada tem a ver com a questão de sua originalidade. Ao contrário disso a a arte da gravura está justamente na perícia da reprodução da imagem, na fidelidade entre as cópias, este é um dos fatores que distinguem o artista "gravador". Existem vários tipos de Gravuras ou Técnicas distintas de reproduzir uma Obra. Em função da técnica e do material empregado, a Gravura recebe uma nomenclatura específica: Gravura em Metal, Litografia, Xilografia, o Linólio e a Serigrafia." Esse texto é na verdade um Artigo do Artista Plástico Mauro Andriole. Sugiro às colegas verem na íntegra em http://www.casa da cultura.org/arte/Artigo_o_que_é_arte_definicoes...
Achei interessante a fala dele, pois comenta sobre o "Carimbo", também como uma matriz.
Como havia comentado sobre uma oficina(de reciclagem) sobre Carimbo, ainda por realizar, e comentei justamente para tentar absorver, das conversas compartilhadas no grupo, algumas idéias e possibilidades de seu uso.
E esta é minha sugestão: desenvolver um projeto em Gravura utilizando também "Carimbos" como um "meio" fácil e acessível como possibilidade de se realizar um bom trabalho com alunos em sala de aula.
Um Abraço
Aos Amigos do Blog!
31/05/2011
30/05/2011
Xilogravura na escola - Revista Carta na Escola
29/05/2011
Monotipias Gráficas
Olá colegas do blog!
Aí vão algumas questões relacionadas à gravura:
É a técnica de impressão em que se confecciona uma matriz, com vários tipos de superfícies, as quais resultam numa cópia única. Quando reproduzidas, em tiragem limitada, resultam sempre diferentes.
Monótipo - é a designação da estampa única, obtida pela intintagem de superfícies como: vidro, acrílico, fórmica, papéis, acetato ou outro material rígido, sobre o qual se comprime o papel manualment ou com prensa.
(Nessa modalidade eu já trabalhei com as radiografias, sobre as quais grafei com canetinhas e fiz cópias com papel molhado em álcool - dá um resultado bem legal).
Monogravuras ou monoprint - imagens gráficas resultantes da inclusão das qualidades gráficas da xilogravura, calcografia, serigrafia e litogravura ( processo de gravar sobre pedra calcária ou metal) . A imagem se revela a partir das peculiaridades da matriz envolvida no processo. No caso da lito sobre pedra trabalha-se com um giz de cera para isolar as áreas que não se quer intintadas).
Xilogravura - cordel
Litografia de Marcelo GrazmannMonotipia - Refere-se ao uso de superfícies lisas, sobre as quais são feitas interferências com tinta e outros meios, não é um desenho gravado. As imagens referem a qualidade dessas tintas e não da matriz/superfície entintada. Resulta cópia única.
As imagens são obtidas especificamente através de tintas a base de água e ou óleo. Após a transferência ( manual ou com prensa) fica o que chamamos de "fantasma" da imagem sobre a placa, e, isto pode ser motivo para se criar uma nova imagem.
Nos meios manuais, geralmente se entinta e se interfere diretamente sobre a superfície (lisa) através da remoção (ou não - depende da entintagem), com materiais diversos como pontas, pincéis, panos; depois o papel é colocado sobre a matriz, sendo pressionado no verso com a colher/ mão/ rolo e outros objetos que produzam pressão.
No uso de prensa, associam-se técnicas gráficas da gravura (xilo - madeira/ metal/ lito/ serigrafia - tela) com as monotipias obtidas através da impressão de materiais e técnicas diversas. A imagem é trabalhada com instrumentos sobre uma superfície/matriz, através do processo indireto.
A água-tinta é uma técnica utilizada para se obter diversos tons na gravura em metal. Diferente da água-forte onde os tons são conseguidos pelo cruzamento de linhas, na água-tinta o claro-escuro é obtido pelos diferentes tempos de corrosão da placa sobre uma camada de breu em pó que se adere à mesma após aquecimento.
Exemplo de água-tinta (detalhe de uma obra de Goya)
A água-forte é uma espécie de gravura produzida sobre uma base metálica, normalmente confeccionada com ferro e zinco. A técnica da gravura em metal é ancestral na história desta forma de expressão. É possível encontrar imagens assim elaboradas que foram criadas em 1500, por artistas renascentistas hoje considerados geniais, como, por exemplo, o alemão Albrecht Dürer.
17/05/2011
Para refletir sobre..
Olá colegas
Deixo aqui dois endereços para que dêem uma olhada.
São eles: no Estadão - Professores são inseguros para usar tecnologia.
O outro é sobre o desabafo de uma professora pela sua classe profissional.
São as complexidades de uma realidade na Educação Nacional.
Um Abraço
Aos Amigos do Blog!
Deixo aqui dois endereços para que dêem uma olhada.
São eles: no Estadão - Professores são inseguros para usar tecnologia.
O outro é sobre o desabafo de uma professora pela sua classe profissional.
São as complexidades de uma realidade na Educação Nacional.
Um Abraço
Aos Amigos do Blog!
16/05/2011
Texto
O texto proposto para leitura e reflexãoestá diretamente ligado relacionado com os projetos que assistimos no último encontro - X Prêmio Arte na Escola Cidadã. Gostaria de destacar um pensamento/citação de Hernandez (1998) : ..." todo ponto de chegada constitui em si um novo ponto de partida", pois, isso nos remete para a continuidade de um trabalho, seja de forma interdisciplinar criando outras conexões ou apontando para novos temas a serem trabalhados/discutidos.
Além disso, considero fundamental não esquecer que "o projeto não é uma metodologia, mas uma forma de refletir sobre a escola e sua função. Como tal, sempre será diferente em cada contexto." E termos isso em mente quando citamos/relatamos um projeto ou lemos um realizado por alguém.
Para finalizar, quero me juntar à Adriana na sua questão: organização de saberes = construção de uma rede, e acrescentar a palavra rizoma, tal como discutimos em texto anterior. Acho que seria um bom caminho para pensarmos/ampliarmos a reflexão sobre pedagogia de projetos.
Gladys
15/05/2011
Trabalhar com Projetos Interdisciplinares
Olá Colegas do Blog!
Assistindo ao DVD dos ganhadores do X Prêmio Arte na Escola Cidadã, ficou bem reforçada para mim , a importância de trabalhar com projetos. Foi muito gratificante e incentivador ver projetos tão bem estruturados a partir de propostas artísticas, pois nossa disciplina de Artes é tantas vezes convidada a participar de projetos tão somente para fazer cartazes e ilustrações para outras disciplinas.
O Projeto Visitando os Mundos da Arte - de Ivoti RS - me chamou atenção, pois já trabalhei com os alunos com desenhos de Rosáceas e Vitrais Medievais , mais ou menos na linha desse projeto , porém o trabalho ficou restrito à sala de aula. Visualizar novas possibilidades através do relato do projeto nos estimula a ir além.
Abraços a todas colegas!
Assistindo ao DVD dos ganhadores do X Prêmio Arte na Escola Cidadã, ficou bem reforçada para mim , a importância de trabalhar com projetos. Foi muito gratificante e incentivador ver projetos tão bem estruturados a partir de propostas artísticas, pois nossa disciplina de Artes é tantas vezes convidada a participar de projetos tão somente para fazer cartazes e ilustrações para outras disciplinas.
O Projeto Visitando os Mundos da Arte - de Ivoti RS - me chamou atenção, pois já trabalhei com os alunos com desenhos de Rosáceas e Vitrais Medievais , mais ou menos na linha desse projeto , porém o trabalho ficou restrito à sala de aula. Visualizar novas possibilidades através do relato do projeto nos estimula a ir além.
Abraços a todas colegas!
10/05/2011
Relatos do arte na escola!!!
Vendo os relatos, achei de maior interesse: visitando os mundos da arte de Ivoti-RS.
Foi realizado com as turmas de 6ª série, fotografias da igreja local- sendo manipuladas, isto tudo iniciou devido o conteúdo arte gótica ( estilo e vitrais). Achei muito interessante o desenvolvimento do projeto. No momento estou estudando este conteúco com as minhas turmas de 6ª série e estamos construindo luminárias góticas, quando tiver prontas, vou postar fotos aqui no blog.
Boa semana ! Abraços!!!
Foi realizado com as turmas de 6ª série, fotografias da igreja local- sendo manipuladas, isto tudo iniciou devido o conteúdo arte gótica ( estilo e vitrais). Achei muito interessante o desenvolvimento do projeto. No momento estou estudando este conteúco com as minhas turmas de 6ª série e estamos construindo luminárias góticas, quando tiver prontas, vou postar fotos aqui no blog.
Boa semana ! Abraços!!!
PEDAGOGIA DE PROJETOS!!!
Olá Pessoal!
Lendo o artigo: Pedagogia de projetos- transgredindo a linearidade, comento o seguinte:
Devido a muitas mudanças no início do século XX, surge a Escola Nova,uma reação contra a escola tradicional- assim propostas de ensino integrado (pedagogia de projetos).
Alguns pensadores:o que diziam...
Pestalozzi e Fröebel: necessidade de uma educação voltada aos interesses.
Paulo Freire: Temas geradores.
Fernando Hernandez: década de 90- currículo integrado e os projetos de trabalho.Propostas educativas globalizadoras- temas emergentes.
Para atingirmos um objetivo é necessário o desenvolvimento integral dos alunos (conseiderar questões e problemas atuais- conseiderados objetos de conhecimento).
Temas como meio ambiente, respeito a diversidade cultural, não podem ser desconsiderados pela escola- diz Arroyo 1994, p.31.
Hernandez coloca ainda sobre ter um problema, uma situação conflitante, sendo isto um bom início de projeto, favorecendo interesses e busca de informações pelos alunos.
Assim, finalizo com uma pergunta: Construção de saberes= como uma rede? Pensamos nisto!!!
Lendo o artigo: Pedagogia de projetos- transgredindo a linearidade, comento o seguinte:
Devido a muitas mudanças no início do século XX, surge a Escola Nova,uma reação contra a escola tradicional- assim propostas de ensino integrado (pedagogia de projetos).
Alguns pensadores:o que diziam...
Pestalozzi e Fröebel: necessidade de uma educação voltada aos interesses.
Paulo Freire: Temas geradores.
Fernando Hernandez: década de 90- currículo integrado e os projetos de trabalho.Propostas educativas globalizadoras- temas emergentes.
Para atingirmos um objetivo é necessário o desenvolvimento integral dos alunos (conseiderar questões e problemas atuais- conseiderados objetos de conhecimento).
Temas como meio ambiente, respeito a diversidade cultural, não podem ser desconsiderados pela escola- diz Arroyo 1994, p.31.
Hernandez coloca ainda sobre ter um problema, uma situação conflitante, sendo isto um bom início de projeto, favorecendo interesses e busca de informações pelos alunos.
Assim, finalizo com uma pergunta: Construção de saberes= como uma rede? Pensamos nisto!!!
09/05/2011
Um novo olhar, uma nova postura...
O texto Pedagogia de Projeto: transgredindo a linearidade, nos traz pensamentos interessantes, parecidos e concordantes, mas ainda muito complexos, como disse Antoni Zabala e, de difícil incorporação em algumas instituições de ensino.
A fala de Miguel Arroyo nos mostra "que nas escola deve-se introduzir temas emergente num currículo plural e aponta que se o objetivo das escolas é formar o todo no indivíduo, numa realidade plural, é necessário que passemos a considerar as questões e problemas enfrentados pelas pessoas (homens e mulheres),do nosso tempo como conhecimento". (Arroyo, pag.31 1994).
É uma nova postura frente as questões sociais e culturais, pertinentes e inerentes dessa nova realidade, que afetam esses indivíduos em primeiro grau.
Projetos Educativos interdisciplinar com certeza acrescentam muito em todos os sentidos, trazendo resultados significantes para todos os envolvidos.
Um Abraço aos
Amigos do Blog!
A fala de Miguel Arroyo nos mostra "que nas escola deve-se introduzir temas emergente num currículo plural e aponta que se o objetivo das escolas é formar o todo no indivíduo, numa realidade plural, é necessário que passemos a considerar as questões e problemas enfrentados pelas pessoas (homens e mulheres),do nosso tempo como conhecimento". (Arroyo, pag.31 1994).
É uma nova postura frente as questões sociais e culturais, pertinentes e inerentes dessa nova realidade, que afetam esses indivíduos em primeiro grau.
Projetos Educativos interdisciplinar com certeza acrescentam muito em todos os sentidos, trazendo resultados significantes para todos os envolvidos.
Um Abraço aos
Amigos do Blog!
04/05/2011
A partir da leitura do artigo, proposta por Simone, tenho a registrar a minha crença na necessidade do trabalho na modalidade de projetos.
Zabala, Hernández, Freire e outros tantos pensadores da arte-educação destacam e incentivam essa modalidade de trabalho por acreditar na sua eficácia, no que ela realmente vem a contribuir para o desenvolvimento do aluno na arte e na vida, pois é de suma importância que todo e qualquer projeto parta de uma necessidade dos sujeitos aos quais se destina. É necessário, também, que o mesmo seja constantemente objeto de análise para se avaliar todos os passos e ações que se venha a desenvolver, a fim de torná-las coerentes e significativas como objeto de reflexão, avaliação e se preciso, replanejamento. No caso de um projeto de artes, este acompanhamento se faz a partir da identificação do grau de interesse e envolvimento das pessoas que dele participam.
Mirian Celeste e Giza Picosques preveem algumas etapas na elaboração de um projeto, tais como: uma avaliação iniciante, que centra-se nas necessidades do grupo a ser atendido e pode ser realizada a partir de uma conversa, detectando as necessidades e interesses deles no campo das artes . A segunda parte do trabalho pode ser nomeada como a do encaminhamento de ações – levantamento de propostas possíveis - e a terceira e última parte do projeto é a sistematização. Nesta etapa apresentam-se, nos produtos finais dos alunos, o conhecimento construído, os pareceres sobre as criações, as dificuldades enfrentadas no processo de trabalho e as soluções encontradas. Há aí a emissão de juízos. Nessa etapa faz-se, juntamente com o grupo de alunos, uma avaliação do processo desenvolvido, buscando propiciar a tomada de consciência do que foi realizado e o quanto essas ações e reflexões acrescentaram às vivências dos envolvidos no projeto, bem como a significação deste para a vida de cada um. Neste momento os alunos passam a emitir o que podemos chamar de juízos críticos reflexivos tal como Emanuel Kant (1993) enfoca,
[...] a comunicabilidade universal de um prazer já envolve em seu conceito que o prazer não tem de ser um prazer do gozo a partir de simples sensação, mas um prazer da reflexão; e assim a arte estética é, enquanto arte bela, uma arte que tem por padrão de medida a faculdade de juízo reflexiva e não a sensação sensorial.
Coerentemente com a citação do pensamento de Kant, os juízos emitidos pelos alunos frente produções realizadas, não serão apenas fundamentados no gosto, na sensação mas, também, na reflexão. A forma como analisarão suas ações e as soluções encontradas irão se basear em conhecimentos construídos, a partir da experimentação, construção e reconstrução. Não se trata de conjectura vazia, mas de certeza. Todo esse conjunto de ações é de vital importância para o desenvolvimento do pensamento criador e de uma ação criativa no mundo. Eis aí a importância dos projetos de trabalho que podem e devem ser conectados com outras disciplinas do currículo, pois se assim forem realizados desencadearão vivências significativas.
[...] a comunicabilidade universal de um prazer já envolve em seu conceito que o prazer não tem de ser um prazer do gozo a partir de simples sensação, mas um prazer da reflexão; e assim a arte estética é, enquanto arte bela, uma arte que tem por padrão de medida a faculdade de juízo reflexiva e não a sensação sensorial.
Coerentemente com a citação do pensamento de Kant, os juízos emitidos pelos alunos frente produções realizadas, não serão apenas fundamentados no gosto, na sensação mas, também, na reflexão. A forma como analisarão suas ações e as soluções encontradas irão se basear em conhecimentos construídos, a partir da experimentação, construção e reconstrução. Não se trata de conjectura vazia, mas de certeza. Todo esse conjunto de ações é de vital importância para o desenvolvimento do pensamento criador e de uma ação criativa no mundo. Eis aí a importância dos projetos de trabalho que podem e devem ser conectados com outras disciplinas do currículo, pois se assim forem realizados desencadearão vivências significativas.
Abaixo anexo algumas fotos de meus alunos apresentando suas criações em um projeto denominado SAPATOS E CHAPÉUS.
Até o próximo encontro, abraços,
Ana Laura



02/05/2011
Colegas, estive ausente no último encontro por razão de saúde, porém estarei aí na próxima 2a feira. Vi a questão da semana sobre os territórios, rizoma etc. e resolvi postar um comentário. Partindo do sentido de rizoma como um ponto qualquer que conecta outro, e que cada um dos traços de cada ponto encaminha para traços de mesma natureza, entendo o ensino da arte como uma grande ramificação que possibilita um trabalho rico e sempre novo. Novo não só nas discussões e conteúdos, mas novo por sua qualidade de movimentação e renovação. A arte, nessa perspectiva, possibilita crescimentos múltiplos, agregando informações, gerando novas idéias e conceitos, que em última análise se traduzirão em criações. Toda essa dinâmica não propõe um princípio único ou busca um fim determinado, porém alimenta e conduz a inesperadas conexões.Os DVDs do Arte na Escola propõem um trabalho nessa linha e usam a memória como uma gaveta de guardados, conduzindo-nos para novas aprendizagens, conhecimentos e experiências significativas. Esse é o papel do ensino da arte, encaminhar novos olhares, novas concepções e criações.
retorno
Oi Si e colegas do blog!
Com o novo convite da Simone consigo postar, porém a página do blog continua aparecendo, para mim ,sem o título nova postagem. Vamos ver se assim funciona.
Bjs, Até hoje à tarde.
Ana Laura
Com o novo convite da Simone consigo postar, porém a página do blog continua aparecendo, para mim ,sem o título nova postagem. Vamos ver se assim funciona.
Bjs, Até hoje à tarde.
Ana Laura
RIZOMA
Partindo do sentido de rizona como um ponto qualquer que conecta outro, e que cada um dos traços de cada ponto encaminha para traços de mesma natureza, entendo o ensino da arte como uma grande ramificação que possibilita um trabalho rico e sempre novo. Novo não só nas discussões e conteúdos, mas novo por sua qualidade de movimentação e renovação.
A arte, nessa perspectiva, possibilita crescimentos múltiplos, agregando informações, gerando novas idéias e conceitos, que em última análise se traduzirão em criações. Toda essa dinâmica não propõe um princípio único ou busca um fim determinado, porém alimenta e conduz a inesperadas conexões.
Os DVDs do Arte na Escola propõem um trabalho nessa linha e usam a memória como uma gaveta de guardados, conduzindo-nos para novas aprendizagens, conhecimentos e experiências significativas. Esse é o papel do ensino da arte, encaminhar novos olhares, novas concepções e criações.
A arte, nessa perspectiva, possibilita crescimentos múltiplos, agregando informações, gerando novas idéias e conceitos, que em última análise se traduzirão em criações. Toda essa dinâmica não propõe um princípio único ou busca um fim determinado, porém alimenta e conduz a inesperadas conexões.
Os DVDs do Arte na Escola propõem um trabalho nessa linha e usam a memória como uma gaveta de guardados, conduzindo-nos para novas aprendizagens, conhecimentos e experiências significativas. Esse é o papel do ensino da arte, encaminhar novos olhares, novas concepções e criações.
Ana Laura
Tarefa 2
O parágrafo "Pensar os campos de saberes como fazendo rizoma, abre para um modo aberto de ligação de um conteúdo qualquer a outro conteúdo qualquer, num sistema acêntrico, não hierárquico" , vem ao encontro do que procuro apresentar aos meus alunos quando desenvolvo um conteúdo: que eles consigam fazer relações/associações com outros conteúdos estudados, com algum fato ou imagem que viram/presenciaram durante a semana e que tenha tido algum significado. Fazer um rizoma a partir do que foi estudado, é como construir um mapa (desenho abstrato de um território) ampliando o repertório visual do aluno a partir de sua abrangência e poder acompanhar esse processo através do portfólio do aluno, que não deixa de ser um mapa da sua criação. Destruir o antigo para construir o novo, não significa abandonarmos tudo o que já foi feito, mas estarmos abertos para novas perguntas e reflexões, a partir das quais "se possa adentrar na ambiência criadora da invenção, rompendo com certos hábitos de pensar e de perceber que de tão acostumados, achamos natural." E este exercício é fundamental tanto para o professor como para o aluno, pois, somente um professor-propositor atento, aberto e que busque a inovação, poderá oferecer ao aluno caminhos e sugestões para que ele também crie e inove em sua produção artística.
Gladys.
Tarefa 1
Assisti ao DVD deFranz Weissmann, pois este ano pretendo trabalhar sobre Arte Píblica com algumas turmas na escola.Primeiro, li o livreto que acompanha o DVD e depois segui o que fizemos no nosso primeiro encontro. Como já tenho em mente o projeto que pretendo desenvolver na escola, destaquei do DVD aquilo que pode me ajudar na sua execução.Em primeiro lugar, a biografia do artista e algumas de suas ideias.Podemos considerá-lo um construtor de planos, um escultor que buscou o encontro cotidiano com a arte, com o espectador, durante a sua trajetória artística, através de suas esculturas geométricas colocadas em locais de fácil acesso para a população.Palavras como "cortar, dobrar, torcer", consideradas operações essenciais para a realização/construção de suas esculturas, também nos ajudam a pensar no caminho que podemos seguir quando planejamos as atividades para nossos alunos. Outra questão importante mostrada no DVD é que uma obra de arte pública deve buscar o diálogo com o local em que está exposta e com as pessoas que o frequentam, promovendo uma interação entre ambos. Ao mesmo tempo, aponta para a discussão sobre patrimônio cultural, inspirando e estimulando o conhecimento de bens culturais de um povo, de uma comunidade.
Gladys
01/05/2011
A qualidade dos DVDs da DVDteca Arte na Escola
Olá Colegas do Blog!
Estou aproveitando muito nossas discussões sobre os DVDs e os conceitos que norteiam a DVDteca Arte na Escola em nossos encontros e no blog. Analisando passo a passo cada DVD temos a oportunidade de refletir sobre detalhes que muitas vezes passam despercebidos quando assistimos sozinhos. Através de nossas reflexões em grupo mudamos nosso olhar e assim abre-se um grande mapa de possibilidades de trabalho, pois cada membro chama atenção para um aspecto diferente visualizado no vídeo.
Estou aproveitando muito nossas discussões sobre os DVDs e os conceitos que norteiam a DVDteca Arte na Escola em nossos encontros e no blog. Analisando passo a passo cada DVD temos a oportunidade de refletir sobre detalhes que muitas vezes passam despercebidos quando assistimos sozinhos. Através de nossas reflexões em grupo mudamos nosso olhar e assim abre-se um grande mapa de possibilidades de trabalho, pois cada membro chama atenção para um aspecto diferente visualizado no vídeo.
Sempre assisto várias vezes aos DVDs que pretendo mostrar para os alunos com o objetivo de fazer um bom Plano de Aula . Assim, com nossos exercícios com os DVDs da DVDteca estou cada vez mais capacitada para enriquecer meus planos de trabalho em aula.
No final do Ano Letivo de 2010 a escola em que leciono recebeu os DVDs enviados pela DVDteca Arte na Escola, mas só começei trabalhar com eles no início deste Ano Letivo. Fiquei surpresa, ainda não tinha trabalhado com um material com a excelente qualidade dos DVDs da DVDteca Arte na Escola, tanto na parte de vídeo, mas especialmente o material escrito de apoio ao professor.
Espero que materiais educativos como os da DVDteca sejam cada vez mais distribuídos nas escolas públicas, pois irão com certeza contribuir muito com a prática de ensino da arte de muitos de nós professores públicos.
Rizoma
Rizoma é a extensão do caule que une sucessivos brotos.
Analisei alguns termos desta frase. Falamos EXTENSÃO, por exemplo, quando queremos nos referir a um arquivo de informática. Também, daquele objeto constituído de cabos (elétricos) ou, naquilo que é subsequente, que vem depois, a exemplo, num curso (estudos). No corpo, quando os membros podem se esticar até certo limite. Assim, "extensão" é: duração, é dimensão, é importância e aumento do comprimento.
Outra palavra é CAULE. O caule, diferente da raiz, tem relação com os "nós". Metaforicamente pensando, ´"nós" , conjunto de mais de um "eu". No caule, pode haver inserção de folhas, flores e frutos.
E BROTOS? É quando nos referimos a algo novo, a um moço(a). São conjuntos de pequenas folhas na extremidade da haste ou na axila da folha. Brotos são rebentos, como os jovens, adolescentes.
Portanto Deleuze se refere à idéia de RIZOMA para situar o ser nas suas diversas formas e conteúdos que envolvem o ensino-aprendizagem. É uma possibilidade. Somo professores, mas antes de tudo, propositores nos dias de hoje em sala de aula do assunto Arte. Somos "nós", somos "caules", somos "jovens", enquanto sensíveis e espirituais antes de tudo. Somos "dimensão"! Por isto tudo somos necessários como portadores de especialização em Arte porque temos vontade de aumentar o comprimento dos "nós", jovens e todos o mundo com o alimento espetacular que a Arte proporciona.
Abraços a todos
MaraRadé
Analisei alguns termos desta frase. Falamos EXTENSÃO, por exemplo, quando queremos nos referir a um arquivo de informática. Também, daquele objeto constituído de cabos (elétricos) ou, naquilo que é subsequente, que vem depois, a exemplo, num curso (estudos). No corpo, quando os membros podem se esticar até certo limite. Assim, "extensão" é: duração, é dimensão, é importância e aumento do comprimento.
Outra palavra é CAULE. O caule, diferente da raiz, tem relação com os "nós". Metaforicamente pensando, ´"nós" , conjunto de mais de um "eu". No caule, pode haver inserção de folhas, flores e frutos.
E BROTOS? É quando nos referimos a algo novo, a um moço(a). São conjuntos de pequenas folhas na extremidade da haste ou na axila da folha. Brotos são rebentos, como os jovens, adolescentes.
Portanto Deleuze se refere à idéia de RIZOMA para situar o ser nas suas diversas formas e conteúdos que envolvem o ensino-aprendizagem. É uma possibilidade. Somo professores, mas antes de tudo, propositores nos dias de hoje em sala de aula do assunto Arte. Somos "nós", somos "caules", somos "jovens", enquanto sensíveis e espirituais antes de tudo. Somos "dimensão"! Por isto tudo somos necessários como portadores de especialização em Arte porque temos vontade de aumentar o comprimento dos "nós", jovens e todos o mundo com o alimento espetacular que a Arte proporciona.
Abraços a todos
MaraRadé
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