A partir da leitura de uma reportagem no site do Itaú Cultural, de autoria de Luciana Veras sobre o tema "Quem tem medo da arte Contemporânea", achei interessante a conclusão da reporter que diz: "A arte contemporânea não deve ser enquadrada em conceitos anacrônicos, e sim sentida como um eco de um mundo voraz, múltiplo e vasto. Esse mundo é representado não pela verossimilhança, e sim pela liberdade. A produção atual se dirige a espectadores/fruidores/consumidores que acolhem a pluralidade e exercitam a generosidade no olhar, e oferece a quem se aproxima de uma pintura, uma instalação, um filme ou uma performance um caminho no qual os significados estão abertos e ainda em construção".
Assim como é mencionado pela jornalista, julgo a liberdade um dos aspectos mais marcantes da arte contemporânea, pois está presente desde a criação, produção, materiais usados e propostas dos artistas até a aceitação ou não das pessoas.
Assim como é mencionado pela jornalista, julgo a liberdade um dos aspectos mais marcantes da arte contemporânea, pois está presente desde a criação, produção, materiais usados e propostas dos artistas até a aceitação ou não das pessoas.
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